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Realizando a Necropsia: Aves
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O EXECUTOR DA NECROPSIA DEVE UTILIZAR MÁSCARA. As pessoas que realizam esse trabalho devem prevenir-se contra infecção por psitacose, tuberculose e doenças fúngicas das aves.
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Submergir a ave em água contendo desinfetante ou pulverize sobre ela solução desinfetante para umedecer as penas.
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Examine externamente a carcaça para presença de ectoparasitos ou traumas.
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Posicionar a ave em decúbito dorsal abrindo a pele desde a porção ventral do bico até a região anterior da cloaca.
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Rebater a pele da região ventral para expor a quilha do esterno, os músculos peitorais, as costelas e os músculos da cavidade celomática. Verifique a cobertura muscular da região peitoral.
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Abrir a cavidade celomática realizando uma incisão transversal logo após a quilha do esterno, de um lado ao outro através dos músculos peitorais, cortando as costelas até a região cranial do tórax, secionando as clavículas. Levantar o esterno expondo amplamente a cavidade.
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Avaliar a localização e tamanho de todos os órgãos. Ao abrir a cavidade observe a integridade dos sacos aéreos. Avaliar a transparência, presença de áreas opacas e fluídos anormais nos sacos aéreos.
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Utilizando instrumentos estéreis, retirar amostras para cultura de qualquer lesão visível, além de amostras do baço, pulmões e fígado.
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Remover em conjunto a língua, traquéia, esôfago e coração. Retirar as glândulas tireóides para avaliação histológica (as tireóides estão localizadas na porção cranial do tórax, próximo aos grandes vasos sobre a base cardíaca). Abrir a traquéia e coração, retirando amostras para histologia.
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Trato Gastrintestinal, fígado e baço: Remova o fígado e retire amostras para histologia e toxicologia. Remover o proventrículo, ventrículo (moela) e intestinos, incluindo a cloaca e bolsa de Fabricius. Avaliar o baço, na junção entre proventrículo e ventrículo, e colha amostra para cultura. Fixar o restante do tecido esplênico em formol. Abrir longitudinalmente o trato intestinal, avaliando a presença de conteúdo e parasitos, colhendo amostras para toxicologia. Retirar amostras do pâncreas conjuntamente com do intestino delgado.
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Pulmões: Retire o parênquima pulmonar da parede torácica, examine a consistência e presença de nódulos, retire amostras para histologia.
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Trato reprodutivo, glândulas adrenais e rins: As gônadas estão localizadas cranialmente aos rins que se encontram profundamente inseridos lateralmente a coluna vertebral. As glândulas adrenais estão localizadas cranialmente as gônadas, aderidas ao corpo próximas à coluna vertebral. As fêmeas geralmente só apresentam um oviduto visível. Dissecar os rins, com instrumental de ponta romba, retirando-o da cavidade, conjuntamente com as gônadas e adrenais. Fixar para histologia.
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Massa Encefálica: Retirar uma calota da porção superior do crânio, colhendo uma amostra do tecido cerebral (se possível um hemisfério cerebral) para microbiologia. Fixando o restante dos tecidos, conjuntamente com o crânio em pequenas aves. Ou remover o restante do encéfalo nas aves maiores.
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Medula óssea: Retire o tibiotarso quebrando-o antes de fixá-lo.
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Terminações nervosas: Colha amostras dos grandes nervos nos plexos torácicos e pélvicos.
Figura 6: Dissecação das Aves

Trato gastrintestinal, Fígado e Baço Remova o fígado e retire amostras para histologia e toxicologia. Remover o proventrículo, ventrículo (moela) e intestinos, incluindo a cloaca e bolsa de Fabricius. Avaliar o baço, na junção entre proventrículo e ventrículo, e colha amostra para cultura. Fixar o restante do tecido esplênico em formol. Abrir longitudinalmente o trato intestinal, avaliando a presença de conteúdo e parasitos, colhendo amostras para toxicologia. Retirar amostras do pâncreas conjuntamente com do intestino delgado.
Figura 7: Trato gastrintestinal
Pulmões Retire o parênquima pulmonar da parede torácica, examine a consistência e presença de nódulos, retire amostras para histologia.
Figura 8: Pulmões
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